terça-feira, 25 de maio de 2010

Colossus - Borknagar

Vindo de um tempo morto, cresceu
O ser feito de substância oculta
O princípio da matéria, num salto não-harmonico
Fechou-se num elo de ordem e caos

O tempo dos tempos, a essência do ser
O movimento continuo desperta os vivos
E ingere os raios trêmulos do Sol
Harmonizando as partes num todo vívido

O curso da morte segue ingovernável
Numa espiral infinita rumo ao vazio
A vida cobra o seu preço, e o fim se revela
E o Sol volta sempre ao seu próprio início

O punho cósmico firme. Atento ao clamor dos céus
O nascimento, a viagem, a queda. Se misturam às entranhas da terra fugaz

Chave universal da criação, retirada foi, amolada foi
Assim foi: o cultivo do tempo e da criatura

Fusão total, a união dos quatro – o núcleo da natureza

O universo num rito, numa admirável beleza

O ritmo sustenta a ilusão da matéria
Eterna, infinita e vaga


Os opostos, se pagam, e a fundição se completa
Nada além do processo é então, infinito

Só o interminável é infindável

Eterno, sem fim e indeterminado.


Album: Quintessence. 2000.
(ICS Vortex), Century Media.

Letra Original: http://www.metal-archives.com/viewlyrics.php?id=18029

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